DIEGO MENDONÇA

ARTISTA PLÁSTICO

Advogado que largou a profissão para dedicar-se às artes, sua grande paixão, atualmente é mestrando em Artes pela Universidade Federal de São João del Rei. Foi aluno do grande pintor Quaglia e atualmente é discípulo de Yara Tupynambá.

O artista já foi premiado em diversos salões de arte. Entre elas recebeu Ouro na Bienal Européia Latino Americana de Arte Contemporânea, no Centro Cultural dos Correios – Rio de Janeiro, que foi promovida pela AVA Galerie – da Finlândia. Também Ouro do 42º Salon Premier of International, Association of Artists, realizado em Portugal, em junho de 2020; Bronze no voto popular no Salão de Arte Contemporânea realizado no Carrousel Du Louvre Museum em outubro de 2015 entre outros.

Com várias exposições individuais e coletivas, já expôs seus trabalhos na sede da ONU e no Consulado do Brasil em Nova York e também em High Point (EUA). Foi selecionado e participou da VII Bienal de pequenos Formatos em Moita (Portugal). Teve seus trabalhos expostos no Salon International d’Art Contemporain no Carrousel du Louvre em Paris (França) e na Galeria Koko em Viena (Áustria), em Figueira da Foz e Cidade do Porto (Portugal), Miami (EUA), Vaduz (Principado de Liechtenstein), Florença (Itália), Osaka (Japão), Roma (Itália), além de várias capitais brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Belém e Brasília.

Ente os trabalhos do artista, recentemente fez ilustrações e capas de livros para editoras importantes, como as capas do livro “Mulheres de Aço e Flores” e também “Mulheres cheias de graça” do Pe Fábio de Melo. Seus quadros já foram catalogados e fazem parte de coleções e renome e de celebridades.

O artista traz em seu currículo mais de 50 exposições (individuais e coletivas), além de salões de arte. Inspiradas em cenas do cotidiano, na natureza, na música e na literatura, suas obras levam o espectador a refletir sobre a vida, sobre a necessidade humana e sobretudo faz com que o admirador entre em seu mundo pictórico.

Diego Mendonça, tão jovem e já tão humanista (…) Bom de desenho, bem orientado e influenciado pelo mestre Guaglia, de quem foi discípulo, Diego faz de seu ofício sua paixão pessoal, mostrando que se seu presente é bom, o futuro é brilhante. Sua pintura tem o claro-escuro desenvolvida pelos grandes mestres e com o qual ele começa a lidar. O resultado é surpreendentemente bom para quem é tão jovem. Diego Mendonça não pode ficar restrito à sua bela cidade. Merece um lugar à sombra nas grandes cidades e galerias de Minas e do Brasil (…)” (2012)

Carlos Perktold

Analista e crítico de arte